A vontade que tive foi de entrar no livro e espancá-la até sentir dor. Obviamente, em 1891 ainda não teria sido criada a lei maria da penha, e feliz eu estaria por este fato.
Outra coisa que me deixou extremamente confuso. Afinal, a senhorita Taylor ERA OU NÃO ERA do mal? O autor nos deixou com uma dúvida eterna. Não estou aqui pra criticar o livro, pois tive o imenso prazer de passar horas do meu dia descobrindo fatos e emocionando-me ao ver as descobertas da nossa narradora assassina. Queria ler cada página velozmente para encontrar logo seu final e ficar feliz com ele. Mas, ao contrário do que pensei, este não foi um final feliz. Maioria das vezes, eu me senti como o irmão novo dela (Giles) e fiquei aflito quando ela "me desmaiou" com clorofórmio. Antes, achando, que seria por uma boa causa.
Outra coisa que me frustou muito. O TIO DELA SERIA O PRINCIPAL ASSUNTO, ENTANTO, ELE NÃO APARECE MUITO NA HISTÓRIA! Quantos milhares de leitores (sim, acho que chegou aos milhares) queriam saber mais sobre o tio dela, o jeito de pensar, agir, como ele se vestia e etc. Não acredito que deixei de assistir a aula sobre estatística para não saber NADA sobre o tio de Florence.
Este livro foi ótimo, mas eu mudaria o final, com toda certeza.
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